Sou a Olga Osório, tenho 25 anos e vivo na bela cidade do Porto.
Sou licenciada em serviço social e mestre em trabalho social e intervenção sócio educativa.
Venho de uma família bastante católica, cheguei a fazer a primeira comunhão mas ir a igreja para mim era um ritual vazio de sentido. Virei as costas a Deus quando no décimo ano, um dos meus melhores amigos morreu e desde daí passei a considerar-me ateia.
Em 2006, entrei para a faculdade e conheci a Nastassja Bior com quem convivia mas a quem chamava de “santinha, “religiosa”. Ela foi a primeira pessoa a confrontar-me com o evangelho, mas não ligava nada. Chegada ao mestrado, tive que trabalhar com ela e para começar os trabalhos de grupo, estabeleci a regra “que não se falava de Deus “ e ela concordou. Foi durante este trabalho de grupo e com o convívio que percebi que existiam diferenças entre essa amiga e eu. Eu era egoísta, vazia, pessimista, não ouvia ninguém, não era feliz e tinha os valores todos trocados e essa minha amiga era feliz, sorria na adversidade e tinha esperança.
Primeiro contacto com a Palavra de Deus aconteceu na plenária do Grupo Bíblico Universitário, convidada por essa minha amiga, onde o orador era o pastor dela, David Cerqueira e ia falar do significado do Natal.
Nesse mês, do ano 2010 houve o jantar de Natal e Deus falou comigo através do David. Desde dai, nunca mais deixei de frequentar a Igreja Evangélica de Valadares: reuniões de jovens, ter experiências com Deus, ser influenciada por todos aqueles jovens e pessoas da igreja , tendo sido baptizada em maio de 2012.
Mas por muito que eu falasse com Deus, apenas estava convencida da salvação, pois a decisão de aceitar Jesus como meu único Senhor e Salvador nunca foi tomada.
No verão 2012, queria ir trabalhar para a manutenção de um acampamento e a escolha foi para a Palavra da Vida. Fiquei apaixonada por tudo o que vivi lá e pelo ambiente. Num dos fins-de-semana, toda a equipa teve uma lição onde aprendemos as ferramentas para evangelizar e tivemos que por em pratica posteriormente. Tinha a tarefa de evangelizar a Tia Élia Catarino.
Tentei durante 5 minutos, quando ela me confrontou com a verdade que eu tinha testemunho de experiências com Deus e que não era mesma coisa que testemunho de salvação. Umas horas mais tarde com a conselheira Bruna Almeida, aceitei que sou pecadora, que Jesus morreu por mim, para me livrar do pecado.
Salmo 119:112, o salmista fala que ele inclina o seu coração a cumprir os estatutos Dele, para sempre até ao fim. Servir é o que eu quero fazer até ao fim dos meus dias e decidi que quando for Sua vontade, irei para o Instituto Bíblico Palavra da Vida Argentina, preparar-me para aquilo que acredito ser a Sua vontade para mim.
Deus tem um sentido de humor fantástico e não quer o nosso coração por metade mas sim por inteiro. Entrega-o e Ele concederá os desejos do vosso coração.

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