sexta-feira, 1 de novembro de 2013

Testemunho Carolina Mendonça, Miratejo

Olá! 
Eu nasci numa família onde a minha mãe é cristã e o meu pai não. Sou a irmã mais velha de quatro e desde sempre a minha mãe levava-nos à igreja. Desde cedo ouvi falar da Bíblia, das histórias que nelas existiam mas também, desde cedo ouvi falar de uma pessoa muito importante. Ao longo dos anos, fui crescendo mas nunca deixando de ir à igreja. Participava nas diversas actividades da igreja. Era uma crente muito activa, uma crente que durante a semana era uma coisa mas ao fim de semana outra. Uma crente que estava confortável nesta vida de igreja. 
À medida que fui crescendo, os desafios e as dúvidas sobre o significado do pecado na minha vida começaram a surgir. Percebi que a minha vida estava quebrada, que o pecado danifica, fere, faz fissuras e causa imperfeições. Houve uma pregação num acampamento que me ajudou a perceber isso. A minha vida foi comparada a um vaso. Os vasos são moldados pelo oleiro. O oleiro molda o vaso de forma a não ter fissuras, para quando for colocado no forno não quebrar. Haviam dois tipos de oleiro. Um era Jesus Cristo outro era o pecado. Então surgiu a pergunta: por quem quero ser moldada? Pelo pecado não queria ser moldada pois entendi o que fazia. Entendi e reconheci que Jesus ao morrer na Cruz podia ser o oleiro da minha vida. Que a Sua morte permitiu a minha restauração e estabeleceu também a minha relação com Deus. Então, numa oração pedi perdão pelos meu pecados e reconheci Jesus Cristo como meu único e suficiente Salvador. I João 5:11-13 é a minha referência bíblica, onde baseio a minha decisão por Cristo.
Desde então, tenho buscado mais a Deus através da Sua Palavra, do tempo devocional, dos ministérios na igreja (Crianças e Jovens), do discipulado com algumas meninas da minha igreja.
Um dos versículos que me têm acompanhado ao longo desta jornada fica em II Timóteo 4:7.

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